quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Diabetes - Quando procurar assistência médica?



Se você ou algum conhecido não possui diabetes diagnosticado, mas possui sintomas que sugerem o diabetes, deve fazer uma consulta com um médico o quanto possível. Durante a consulta, diga ao médico o que está sentindo e que está preocupado quanto à possibilidade de ter diabetes. O médico pode solicitar exames para avaliar os níveis de açúcar no sangue (glicemia).

Se o paciente é conhecido por ter diabetes, procure um médico imediatamente se apresentar qualquer uma das seguintes condições:

·         O paciente está experimentando sintomas do diabetes. Isso pode significar que o seu nível de glicemia não está controlado apesar do tratamento.

·         Os níveis de glicemia do paciente, quando testado, estão consistentemente elevados (superior a 200 mg / dL). Níveis persistentemente altos de açúcar no sangue são a principal causa de todas as complicações do diabetes.

·         O nível de glicemia do paciente geralmente é baixo (inferior a 60 mg / dL). Isso pode significar que a estratégia de controle e tratamento é muito agressiva. Ele também pode ser um sinal de infecção ou outra alteração no organismo, tais como insuficiência renal, insuficiência hepática (do fígado), insuficiência da glândula adrenal, ou o uso concomitante de certos medicamentos.

·         O paciente tem uma lesão no pé ou na perna, não importa o tamanho. Mesmo o menor corte ou bolha pode se tornar muito grave em uma pessoa com diabetes. O diagnóstico precoce e o tratamento de problemas com os pés e membros inferiores são fundamentais na preservação da função das pernas e evitar a amputação.

·         Febre é um sinal de infecção. Em pacientes com diabetes, muitas infecções comuns podem ser potencialmente mais perigosas para eles do que para outras pessoas. Notar quaisquer sintomas, tais como a micção dolorosa, vermelhidão ou inchaço na pele, dor abdominal, dor no peito, ou tosse, podem indicar uma infecção localizada.

·         Náuseas e vômitos persistentes podem ser um sinal de cetoacidose diabética, uma condição potencialmente fatal, assim como várias outras doenças graves.

·         Estado mental alterado: letargia, agitação, esquecimento, ou apenas um comportamento estranho pode ser sinal de glicemia muito elevada ou baixa.

·        Dor no peito: Se o paciente é diabético, levamos muito a sério qualquer dor no peito, particularmente no meio ou no lado esquerdo, o que deve levá-lo a procurar ajuda médica imediatamente. 
  • Pessoas com diabetes são mais susceptíveis do que as pessoas não-diabéticas a terem um ataque cardíaco, com ou sem dor no peito.
  • Batimentos cardíacos irregulares e falta de ar inexplicável também podem ser sinais de um ataque cardíaco.
Dor abdominal: Dependendo da localização, isso pode ser um sinal de ataque cardíaco, dor abdominal, aneurisma de aorta (dilatação da artéria aorta), cetoacidose diabética, ou interrupção do fluxo sangüíneo para o intestino. 
  • Todos esses são mais comuns em pessoas com diabetes do que na população geral e são potencialmente fatais.
  • Aqueles com diabetes também têm outras causas comuns de dor abdominal intensa, como apendicite, úlcera perfurada, inflamação e infecção da vesícula, pedras nos rins, e obstrução intestinal.
  • A dor intensa em qualquer parte do corpo deve ser avaliada por um médico sempre.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sintomas do Diabetes



Os sintomas do diabetes tipo 1 aparecem na maioria das vezes de forma rápida e dramática.
·         O diabetes tipo 1 é geralmente reconhecido na infância ou início da adolescência, muitas vezes em associação com uma doença (como um vírus ou infecção do aparelho urinário) ou ferimentos. 
·         O esforço intenso pode causar cetoacidose diabética (para maiores informações sobre cetoacidose diabética leia o artigo “Visão Geral sobre o Diabetes”). 
·         Os sintomas da cetoacidose incluem náuseas e vômitos. Leva também à desidratação e graves distúrbios, muitas vezes dos níveis de potássio no sangue (elemento químico de suma importância para funções vitais do organismo, como os batimentos cardíacos). 
·         Sem tratamento, a cetoacidose pode levar ao coma e à morte.


Os sintomas do diabetes tipo 2 são muitas vezes sutis e pode ser atribuído ao envelhecimento ou obesidade.
·         Uma pessoa pode ter diabetes tipo 2 há muitos anos sem saber. 
·         Pessoas com diabetes tipo 2 podem desenvolver a síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica (para maiores informações sobre essa síndrome leia o artigo “Visão Geral sobre o Diabetes). 
·         Se não tratada adequadamente, o diabetes tipo 2 pode levar a complicações como cegueira, insuficiência renal , doenças cardíacas e neurológicas.

Os sintomas mais comuns dos dois tipos principais de diabetes são:
·         Fadiga: No diabetes, o organismo é ineficiente e, por vezes, incapaz de usar a glicose como combustível. O organismo passa a metabolizar a gordura, parcialmente ou completamente, como fonte de combustível, o que requer um maior gasto de energia. O resultado final é o cansaço constante que a pessoa sente.  
·         Perda de peso inexplicada: Pessoas com diabetes não são capazes de processar muitas das calorias dos alimentos que ingerimos. Assim, eles podem perder peso mesmo comendo uma quantidade aparentemente adequada ou até mesmo excessiva de alimentos. A perda de açúcar e água na urina, o que leva a desidratação, também contribui para a perda de peso. 
·         Sede excessiva (polidipsia): Uma pessoa com diabetes desenvolve níveis elevados de açúcar no sangue, o que sobrecarrega a capacidade do rim de reabsorver o açúcar do sangue, sendo eliminado com a urina. Desta forma, o excesso de açúcar eliminado na urina leva a uma perda maior de água ao urinar. O corpo tenta compensar essa perda enviando um sinal ao cérebro para gerar a sensação de sede. O cérebro incentiva o consumo de mais água para diluir o açúcar elevado no sangue de volta aos níveis normais e para compensar a água perdida pela diurese (perda urinária) excessiva. 
·         Micção excessiva (poliúria): Outra forma do organismo livrar-se do açúcar em excesso no sangue é excretá-lo na urina. Isso também pode levar à desidratação porque excretando o açúcar traz uma grande quantidade de água para fora do corpo junto com ele, como descrito anteriormente. 
·         Ingestão excessiva (polifagia): Se o corpo é capaz, vai secretar mais insulina a fim de tentar lidar com os níveis de açúcar no sangue em excesso. Além disso, o corpo é resistente à ação da insulina no diabetes tipo 2. Uma das funções da insulina é estimular a fome. Portanto, os níveis mais elevados de insulina levam ao aumento da fome e comer. Apesar do aumento da ingestão calórica, a pessoa pode ganhar muito pouco peso e pode até perder peso. 
·         Má cicatrização de feridas: os níveis elevados de glicemia (açúcar no sangue) impedem o bom funcionamento das células brancas do sangue, que são importantes na defesa do organismo contra bactérias e também eliminam tecidos e células mortas. Quando estas células não funcionam adequadamente, as feridas demoram muito mais para cicatrizar e ficam infectadas com mais freqüência. Além disso, a diabetes de longa duração está associado com espessamento dos vasos sanguíneos, o que impede uma boa circulação (fornecimento de oxigênio e nutrientes suficientes para os tecidos do corpo). 
·         Infecções: infecções fúngicas freqüentes dos órgãos genitais (frequentemente causada por Cândida, doença denominada candidíase), infecções da pele e infecções freqüentes do trato urinário (bexiga ou rins), podem resultar da supressão do sistema imunológico pelo diabetes e pela presença de glicose nos tecidos, o que permite que as bactérias proliferem. Essas infecções também podem ser um indicador de mau controle da glicemia de uma pessoa que já está em tratamento para o diabetes. 
·         Estado mental alterado: agitação, irritabilidade inexplicável, desatenção, letargia extrema ou confusão mental podem ser sinais de açúcar no sangue muito alto, cetoacidose, síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica, ou hipoglicemia (açúcar em níveis baixos no sangue). Assim, qualquer um destes sintomas merece a atenção imediata de um profissional médico.      

·         Visão turva: visão borrada não é específica para diabetes, mas é um sintoma freqüente quando apresentam níveis de açúcar no sangue elevados.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que causa o Diabetes?


No texto anterior apresentamos uma visão geral sobre o que é o Diabetes, seus principais tipos, complicações e os fatores associados a essa doença. A seguir, serão abordadas as causas do Diabetes, de acordo com o que foi descoberto até os dias atuais.  

Como visto anteriormente, o Diabetes Melitus possui dois sub-tipos, o Diabetes Tipo 1 (que causa 10% dos casos) e o Diabetes Tipo 2 (aproximadamente 90% dos casos).

Causas do Diabetes Tipo 1

Acredita-se que o Diabetes Tipo 1  seja uma doença auto-imune. Mas o que vem a ser uma doença auto-imune?

O seu organismo possui um sistema de defesa contra invasões externas. É o chamado sistema imune. Esse mecanismo de defesa é capaz de reconhecer praticamente qualquer tipo de invasão ou agressão. A complexidade do sistema está exatamente em conseguir distinguir entre o que é danoso ao organismo, o que faz parte do nosso próprio corpo como células, tecidos e órgãos, e o que não é nosso, mas não causa danos, como alimentos por exemplo.

A Doença auto-imune ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é "original de fábrica", levando a produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.

No diabetes tipo I ocorre uma produção inapropriada de anticorpos contra as células do pâncreas que produzem insulina, levando a sua destruição e ao aparecimento do diabetes.
·         A predisposição para desenvolver diabetes tipo 1 pode estar presente em algumas famílias, ou seja, ter uma herança genética. Mas a causa genética é muito mais comum no Diabetes tipo 2.
·         Os fatores ambientais, ou seja, o que é externo ao nosso organismo, o que inclui principalmente infecções por vírus (como uma gripe), pode também contribuir. Essas infecções podem ser o gatilho da produção de anticorpos contra o pâncreas.  
·         O diabetes tipo 1 é mais comum em pessoas de origem não-hispânica, ou seja, moradores do Norte da Europa (especialmente Finlândia e Sardenha), seguido por Afro-americanos e hispano-americanos. Ele é relativamente raro em pessoas com ascendência asiática.
·         O diabetes tipo 1 é ligeiramente mais comum em homens que em mulheres.

Causas do Diabetes tipo 2

Diabetes tipo 2 tem fortes laços genéticos, o que significa que o diabetes tipo 2 tende a estar presente na família quando parentes próximos já foram diagnosticados com a doença. Vários genes foram identificados e outros estão em estudo que podem ser apontados como causa do diabetes tipo 2. 

Além da questão genética, alguns fatores de risco contribuem para o desenvolvimento de diabetes tipo 2, são eles:
·         A pressão arterial elevada 
·         Níveis elevados de triglicéridos (gordura) no sangue
·         Gestantes que foram diagnosticadas com diabetes gestacional durante a gravidez ou que deram à luz um bebê pesando mais de 4 quilos 
·         Dieta rica em gordura 
·         Alto consumo de álcool 
·         Sedentarismo 
·         Obesidade ou excesso de peso 
·         Etnia, particularmente quando possui um parente próximo com diabetes tipo 2 ou diabetes gestacional: Afro-americanos, americanos nativos, hispano-americanos, japoneses e americanos, têm um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 do que os brancos não-hispânicos (o contrário em relação ao Diabetes Tipo 1). 
·         Envelhecimento: aumento da idade é um fator de risco para diabetes tipo 2. Risco aumenta significativamente após os 45 anos, e principalmente após 65 anos de idade.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Visão geral sobre o Diabetes

O diabetes mellitus (DM) é um conjunto de doenças relacionadas com a deficiência do organismo em regular a quantidade de açúcar (mais especificamente, a glicose) no sangue.
A Glicose no sangue fornece energia para realizar suas atividades diárias, como caminhar, andar de bicicleta, participar de uma aula de ginástica aeróbica, e executar as tarefas do seu dia-a-dia.
  • A glicose no sangue é produzida pelo fígado (órgão do lado direito do abdômen, perto do estômago), tendo como fonte os alimentos que você come.
  • Em uma pessoa saudável, o nível de glicose no sangue é regulada por vários hormônios, incluindo a insulina. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão pequeno entre o estômago e o fígado. O pâncreas secreta outras enzimas importantes que ajudam a digerir os alimentos.
  • A insulina permite que a glicose passe do sangue para o fígado, músculos e células de gordura, onde é usada como combustível.
  • Pessoas com diabetes ou não produzem insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou não conseguem utilizar adequadamente a insulina (diabetes tipo 2), ou ambos (o que ocorre com várias formas de diabetes).
  • Na diabetes, a glicose no sangue não pode se mover dentro das células, por isso fica no sangue. Isso não prejudica apenas as células que precisam de glicose como combustível, mas também prejudica certos órgãos e tecidos expostos a níveis elevados de glicose.

Diabetes Tipo 1: O corpo deixa de produzir insulina ou produz pouca insulina para regular o nível de glicose no sangue.
  • O diabetes tipo 1 é responsável por cerca de 10% do total de casos de diabetes.
  • O diabetes tipo 1 é geralmente diagnosticado na infância ou adolescência, por isso costumava ser conhecido como diabetes de início juvenil ou diabetes mellitus insulino-dependente.
  • O diabetes tipo 1 pode ocorrer em um indivíduo mais velho, devido à destruição do pâncreas pelo álcool, doenças ou remoção cirúrgica.Também resulta da falência progressiva das células do pâncreas (céluas beta) que produzem insulina.
  • Pessoas com diabetes tipo 1 precisam de tratamento com insulina diariamente para sustentar a vida.

Diabetes tipo 2: O pâncreas secreta insulina (lança no sangue a insulina), mas o corpo é parcial ou completamente incapaz de utilizar a insulina. Isso às vezes é referida como resistência à insulina . O corpo tenta vencer a resistência através da secreção de insulina cada vez maior. Pessoas com resistência à insulina desenvolvem o diabetes tipo 2 quando não continuam a secretar insulina suficiente para lidar com as exigências mais elevadas.
  • Pelo menos 90% dos pacientes com diabetes têm diabetes tipo 2.
  • Diabetes tipo 2 é geralmente reconhecido na idade adulta, geralmente após a idade de 45 anos, por isso costumava ser chamado de diabetes mellitus do adulto ou diabetes não insulino-dependente. Esses nomes não são mais usados porque a diabetes tipo 2 pode ocorrer em pessoas mais jovens, e algumas pessoas com diabetes tipo 2 necessitam de utilizar a insulina.
  • Diabetes tipo 2 é controlado com dieta, perda de peso, exercícios e medicação oral. Mais da metade das pessoas com diabetes tipo 2 necessitam de insulina para controlar seus níveis de açúcar no sangue, em algum momento no curso de sua doença.

Diabetes gestacional é uma forma de diabetes que ocorre durante a segunda metade do período da gravidez .
  • Embora o diabetes gestacional geralmente desapareça após o parto do bebê, as mulheres que têm diabetes gestacional são mais susceptíveis do que outras mulheres de desenvolver diabetes tipo 2 mais tarde na vida.
  • As mulheres com diabetes gestacional têm mais chances de ter bebês grandes.

Pré-diabetes: é uma condição comum relacionada com a diabetes. Pessoas com pré-diabetes possuem o nível de açúcar no sangue maior do que o normal, mas não alto o suficiente para ser considerado diabético.
  • Pré-diabetes aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doença cardíaca ou derrame.
  • Pré-diabetes geralmente pode ser revertido sem tratamento com insulina ou medicação, apenas perdendo uma quantidade modesta de peso e aumentando sua atividade física. Esta perda de peso pode prevenir, ou pelo menos retardar, o aparecimento da diabetes tipo 2.
  • Aproximadamente 20% dos adultos que estão na condição de pré-diabetes atualmente, podem desenvolver diabetes dentro de 10 anos, se não realizarem exercício ou manter um peso saudável.
  • Cerca de um terço dos adultos diabéticos não sabem que têm diabetes.
  • A incidência de diabetes está aumentando rapidamente. Este aumento é devido a muitos fatores, mas o mais importante é a crescente incidência de obesidade e a prevalência de sedentarismo.

Complicações da diabetes
Ambas as formas de diabetes elevam os níveis de açúcar no sangue, uma condição chamada hiperglicemia. Durante um longo período de tempo, a hiperglicemia causa danos na retina dos olhos, nos rins, nervos e vasos sanguíneos.
  • Danos à retina pelo diabetes ( retinopatia diabética ): é uma das principais causas de cegueira.
  • Danos aos rins (nefropatia diabética): é uma das principais causas de insuficiência renal (perda da função dos rins).
  • Danos aos nervos ( neuropatia diabética ) é a principal causa de feridas e úlceras nos pés, que freqüentemente levam à amputação da perna e pé.
  • Danos aos nervos do sistema nervoso autônomo pode levar à paralisia do estômago (gástrica), diarréia crônica (diarréia que dura mais de 1 mês) , e uma incapacidade para controlar a freqüência cardíaca e pressão arterial durante as mudanças posturais.
  • O diabetes acelera a aterosclerose (formação de placas de gordura dentro das artérias), que pode levar a bloqueios ou um coágulo (trombo). Tais alterações podem levar a ataques cardíacos, derrame e diminuir a circulação nos braços e pernas (doença vascular periférica).
O diabetes pode contribuir para um certo número de doenças à curto prazo:
  • Muitas infecções são associadas com o diabetes. Além disso, as infecções são freqüentemente mais perigosas em alguém com diabetes porque a capacidade do corpo para lutar contra infecções é prejudicada. Para agravar o problema, as infecções podem piorar o controle da glicose, o que atrasa a recuperação de uma infecção.
  • A hipoglicemia, ou baixo nível de açúcar no sangue, ocorre de vez em quando na maioria das pessoas com diabetes. É o resultado de tomar a medicação de diabetes ou insulina demais (às vezes chamado de reação à insulina), pular uma refeição, fazer mais exercícios do que o normal, beber muito álcool, ou tomar certos medicamentos para outras doenças. É muito importante reconhecer a hipoglicemia e estar preparado para tratá-la em todos os momentos. Cefaléia (dor de cabeça) , tonturas, falta de concentração, tremores das mãos e sudorese (suor intenso) são sintomas comuns de hipoglicemia. Você pode desmaiar ou ter um ataque se o nível de açúcar no sangue ficar muito baixo.
  • A cetoacidose diabética é uma condição grave na qual a hiperglicemia não controlada (geralmente devido à completa falta de insulina ou deficiência relativa de insulina) ao longo do tempo cria um acúmulo no sangue de produtos residuais ácidos chamados cetonas. Altos níveis de cetonas pode ser muito prejudicial. Isso normalmente acontece com as pessoas com diabetes tipo 1 que não têm bom controle da glicose no sangue. A cetoacidose diabética pode ser precipitada por infecção, estresse, trauma, falta de medicamentos como a insulina, ou emergências médicas, como derrame e ataque cardíaco.
  • Síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica é uma doença grave em que o nível de açúcar no sangue fica muito alto. O corpo tenta se livrar do excesso de açúcar no sangue, eliminando-o na urina. Isso aumenta a quantidade de urina, de forma significativa e muitas vezes leva à desidratação tão grave que pode causar convulsões, coma e até morte. Esta síndrome ocorre geralmente em pessoas com diabetes tipo 2 que não estão controlando os seus níveis de açúcar no sangue, que tornaram-se desidratados, ou que têm estresse, lesões, acidentes vasculares cerebrais ou tomam certos medicamentos, como os esteróides.